Caso 7 - Aparecida

Você acredita em milagres de cura de problemas físicos e de saúde?
Não?
Talvez?
É verdade que a medicina ter evoluído e é hoje capaz de dar explicação racional para a maioria dos casos de relatos de curas milagrosas de problemas físicos, doenças e outras dificuldades de caráter médico, mas ainda assim não deixa de ser impressionante a quantidade histórica desses relatos.
De minha parte, não emitirei opinião definitiva agora, mas gostaria de incluir esse Caso 7  como minha contribuição ao tema dos milagres religiosos como um dos fenômenos estranhos a serem tratados neste blog. 
Se você leu alguma postagem mais antiga deste blog então sabe que eu tenho reportado casos pessoais em uma ordem cronológica que se inicia por volta do início dos anos 70 do Século XX, época em que nasci no interior do país.
Este Caso 7 deu-se por volta de 1974.
Em um certo dia meus pais marcaram uma viagem de cunho religioso para a cidade paulista de Aparecida, também vulgarmente conhecida como Aparecida do Norte. 
Uma visita a Aparecida era e ainda é uma espécie de missão que os cidadãos católicos de quase todo o Brasil se impõem como uma demonstração de fé. Naqueles anos minha família não era diferente da maioria dos milhões de famílias país afora.
Acordamos cedo e embarcamos todos em uma perua Veraneio de um casal de amigos de meus pais. Saímos ainda no escuro. Viajamos longas horas e então chegamos à cidade cuja lenda suporta a construção e existência de uma magnífica basílica católica a qual é ladeada por uma enorme torre de tijolos.
Recordo-me de ver do alto desta torre um imenso pátio mais abaixo, com carros minúsculos estacionados. Era a primeira vez que eu via o mundo de tão alto. 
Mas havia mais naquela cidade dos romeiros devotos. Em algum lugar que não sei dizer exatamente onde naquele complexo havia uma espécie de sala de milagres.
Lembro-me apenas de ver pilhas de muletas surradas pelo uso, pedaços de braços e pernas mecânicas, coisas que me deixaram profundamente impressionado. E velas, muitas velas de todos os tamanhos e espessuras. O que significaria aqueles objetos assustadores? Pessoas que passaram a andar? Gente que adquiria movimento em membros paralisados?
Nada sei sobre cada uma das histórias por trás de cada objeto e de cada vela acesa representando uma graça ou um milagre vistos naquele dia inesquecível, mas ainda assim trato o fenômeno de possíveis milagres atribuídos à religião como um dos mais interessantes da longa lista de fenômenos estranhos conhecidos pela humanidade.
Dada a vasta lista de casos de milagres religiosos, não me estenderei neste relato. Cada caso é especial e precisa de sua própria análise. Este Caso 7 serve apenas como uma introdução ao tema e falaremos mais sobre os milagres religiosos futuramente.
Você acredita em milagres religiosos? Já foi agraciado com algum?
Conte-nos.

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